Áreas de atuação para engenheiros em tempos de crise.

By | março 23, 2016

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Crise é uma palavra que tem assombrado os brasileiros atualmente. Muitas empresas estão fechando unidades fabris, diminuindo turnos de produção, ou simplesmente quebrando. Na construção civil o momento também não é dos melhores (para não dizer dos piores). Neste cenário, muitos profissionais de diversas áreas e níveis estão perdendo seus empregos, e com os engenheiros não é diferente.

Com muitos novos engenheiros recém-formados saindo das universidades a cada semestre, e muitos profissionais experientes desempregados, conseguir um emprego na área está cada vez mais difícil. Então quais seriam as alternativas que estes profissionais teriam para driblar a crise? selecionamos algumas alternativas:

Área financeira:

Qualquer instituição financeira abrange em seus pré-requisitos para contratação a formação em engenharia.  Não é difícil encontrar em bancos, diversos tipos de cargos como gerentes e diretores ocupados por engenheiros de formação. Muitos inclusive afirmam ter optado pelo curso de engenharia ultimamente exatamente pelo acesso às diversas áreas que podem ser escolhidas por este profissional.

Área de gestão e negócios:

Seguindo a mesma linha de bancos, diversas empresas, de setores distintos, aceitam engenheiros para os mais variados cargos de chefia e liderança corporativa. Geralmente porque engenheiros tem (ou deveriam ter) grande facilidade com cálculos e planilhas. Há um estigma de que engenheiros não sabem muito bem lidar com questões emocionais dos funcionários e com gestão de pessoas, pois não foram ensinados e orientados para isso. Acreditamos que isto seja uma questão de perfil, e muitos, mesmo sem ter estudado tais teorias, podem desenvolver muito bem estas competências.

Ainda na área de negócios diversos, muitos acabam empreendendo e abrindo negócios próprios em áreas não necessariamente ligadas à área técnica da engenharia. E assim como outros empreendedores de outras formações obtém êxito. Mas neste caso dependem de competências como planejamento, gestão estratégica, etc., assuntos que um engenheiro não teria dificuldade em dominar, caso seja sua vontade e necessidade.

Docência:

Engenheiros estudam muitas disciplinas da área de exatas, como matemática, física e química, além das disciplinas técnicas relacionadas ao curso. Sendo assim, muitos escolhem dar aulas para ganhar a vida, para engordar a renda mensal, ou mesmo por uma satisfação pessoal. Geralmente dão aulas em universidades, mas para isso, precisam ter um curso complementar à graduação (pós-graduação, mestrado, doutorado), dependendo da instituição onde irão atuar. É uma alternativa, caso o profissional tenha aptidão para ensinar e prazer em dar aulas.

Conclusão:

Não é só porque se tem formação em engenharia que o indivíduo será bem sucedido, tanto na área técnica como em outras áreas. Citamos cargos como gerentes e diretores e usamos palavras como “chefia” apenas para mostrar que mesmo atuando fora da área de formação é possível para um engenheiro alcançar o sucesso profissional. Mas isso obviamente depende de vontade e competência.

 

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